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VÍDEO mostra explosão no Líbano que lembra uma bomba nuclear

Número de mortos por explosão em Beirute sobe para mais de 50 e mais de 2.700 feridos

POSTADO EM 04/08/2020 18:16:00 POR: VNOTÍCIA
Ag. Brasil
Ag. Brasil

 

 Assista ao vídeo aqui.

 

 

 

O número de mortos em razão de uma grande explosão em Beirute nesta terça-feira aumentou para mais de 50, e mais de 2.700 pessoas ficaram feridas, informou o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hasssan, em comentários televisionados.

 

O ministro havia dito, anteriormente, que mais de 25 pessoas tinham morrido e mais de 2.500 estavam feridas.

 Nas proximidades do distrito portuário, os danos e a destruição são enormes.


A mídia local transmitiu imagens de pessoas presas em escombros, algumas cobertas de sangue.


Segundo informações preliminares da imprensa local, as explosões resultaram de um incidente no porto de Beirute.


Mas as circunstâncias e os detalhes do incidente permanecem desconhecidos.


"Os prédios estão tremendo", tuitou um morador da cidade, dizendo que "todas as janelas do (seu) apartamento explodiram".


Segundo um outro, a explosão foi ouvida por quilômetros.


De acordo com os correspondentes da AFP, muitos residentes feridos andam nas ruas em direção a hospitais. No bairro de Achrafieh, os feridos correm para o Hôtel Dieu.


Em frente ao centro médico de Clémenceau, dezenas de feridos, incluindo crianças, às vezes cobertas de sangue, esperavam para serem admitidos, segundo um correspondente da AFP.


Quase todas as vitrines das lojas dos bairros de Hamra, Badaro e Hazmieh estavam quebradas, assim como os vidros dos carros.


Carros foram abandonados nas ruas com os airbags inflados.


O Líbano atravessa sua pior crise econômica em décadas, marcada por depreciação monetária sem precedentes, hiperinflação, demissões em massa e restrições bancárias drásticas, que alimentam há vários meses o descontentamento social.


Há uma semana, após meses de relativa calma, Israel disse que frustrou um ataque "terrorista" e abriu fogo contra homens que cruzaram a "Linha Azul" entre o Líbano e Israel.


O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, atribuiu a infiltração ao Hezbollah, um movimento armado pró-iraniano muito influente no sul do Líbano e que o Estado judeu considera como seu inimigo.


Acusado de "brincar com fogo", o Hezbollah negou qualquer envolvimento.

Agência Brasil e site de O Dia.

 

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